De volta ao mundo virtual


Depois de cinco dias no hospital cuidando do pequeno Vicente (que foi vítima de uma doença com o estranho nome de síndrome coqueluchóide – e agora já está em casa, bem), compartilho algumas coisas que chegaram a mim nos últimos dias para reavivar o blog:

Academic Earth – Uma ONG Norte Americana chamada Academic Earth resolveu colocar na internet aulas de professores das maiores universidades dos EUA. É possível acompanhar desde palestras até cursos completos. Sem dúvida uma revolução para o novo mundo que estamos falando, onde a informação não encontra fronteiras. Obviamente, isso não se compara a estar presente na aula, mas que oportunidade você teria de assistir a uma aula de Thomas Friedman, autor do livro “O Mundo é Plano”, entre outros professores brilhantes.

Primates on Facebook – Matéria na Economist fala sobre como as pessoas se relacionamento no mundo virtual. O resumo é que não importa o tamanho da sua rede, na verdade você sempre se relaciona com um número muito restrito de pessoas. Mesmo que você tenha 120 ou 500 amigos virtuais cadastrados, em geral você só se comunica com 10 pessoas (no caso de homens) e com 16 pessoas (no caso de mulheres).

A saga digitalizadora do Google – Em função do projeto de digitalizar todos os livros do mundo, o Google sofreu uma ação de classe de proporções globais. Autores do mundo inteiro se uniram reclamando que esse projeto violava direitos autorais. O acordo que a empresa fez com os autores prevê a criação de um sistema em que os autores serão pagos pelos leitores virtuais. O Google ficará com um percentual e a autor com o outro, além de uma taxa inicial para escanear o livro. Os escritores podem eventualmente até ficar fora, caso queiram. O problema é: como achar esses autores e como fazer com o que o $ chegue até eles? Por conta disso, o Google está fazendo aquela que está sendo considerada provavelmente a maior campanha impressa legal de todos os tempos. Não deixa de ser irônico o fato de que a empresa símbolo do mundo 2.0 tenha que usar o velho papel para viabilizar um de seus maiores projetos. Foram mais de 200 anúncios em 70 línguas diferentes (até anúncio nas ilhas Malvinas e Fiji, entre outras).

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