De idealismo para pressão no bolso


O que era idealismo, agora começa a pegar no bolso.

A Nike já não vai mais comprar couro proveniente de gado criado na região Amazônica.

A empresa mostrou que aprendeu com o célebre caso das sweatshops, de trabalho escravo, na Ásia. Agora, a empresa saiu na frente e está. Veja a notícia que saiu no blog da Miriam Leitão.

Apertando Cerco
Nike anuncia suspensão da compra de couro da Amazônia

As empresas continuam apertando o cerco em busca de mais fiscalização sobre a origem de produtos e matérias-primas da Amazônia.

A Nike acaba de anunciar que não vai mais comprar couro de animais com origem do Bioma Amazônia. A exemplo do que anunciou ontem o Wal-Mart, a empresa quer mais garantias de rastreabilidade para ter certeza de que não está comprando couro de gados que tenham como origem áreas desmatadas.

A empresa deu prazo até julho de 2010 para que os fornecedores implementem um sistema eficiente de rastreabilidade, que comprove que o couro não é originário do bioma amazônico. Caso isso não aconteça, a Nike estenderá a moratória à compra de couro para toda a região da Amazônia Legal.

De acordo com nota divulgada pelo Greenpeace, as empresas Geox (calçados) e Natuzzi (móveis e estofados) também anunciaram medida semelhante esta semana.

Esta é uma boa forma de pressionar por mais fiscalização na região. Agora é a vez dos consumidores também exigirem das empresas que os produtos comprados não tenham matérias-primas com origem de áreas de desmatamento.

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Arquivado em Nova Sociedade, Sustentabilidade

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