Europa rumo à felicidade interna bruta


Sobre a discussão da revisão do PIB, temos boas notícias (veja abaixo). A Europa está planejando incluir indicadores ambientais no PIB. Essa é uma discussão para lá de vanguardista. Hoje, os países são medidos apenas pelo quanto movimentam de dinheiro. Chega a ser estúpido, pois guerras, doenças, acidentes automobilísticos são todos bons para o país se olharmos de acordo com esse ponto de vista. São as pessoas a serviço da economia, e não o contrário, como deveria ser. A questão da felicidade, importantíssima para a vida em sociedade, não é considerada nesse cálculo.

É da natureza humana querer sempre mais e por vezes usar os fins para justificar os meios. Então, melhor não estimular… Pois o PIB faz justamente isso.

O marido da Carla Bruni, o Sarkozy, falou sobre isso hoje. “Uma grande revolução está nos esperando. Durante anos, as pessoas disseram que o mundo das finanças é um formidável criador de riqueza, até descobrirem que os riscos acumulados são tantos que o mundo quase afundou neles. A crise não só nos deixa livre para pensar em outros modelos, em outro futuro. Ela nos obriga a fazê-lo.”

Enfim, são sinais de que a sociedade está em permanente evolução — e eu acredito muito nisso. Assim, deveremos ter boas novidades nesse front nos próximos anos. Veja a notícia completa abaixo e aqui mais sobre o Sarkozy e sua cruzada no seguinte link.

14/09/2009 – 12h09
Europa planeja inclusão de indicador ambiental no PIB

Por Redação do Carbono Brasil


A União Européia utilizará a partir de 2010 indicadores ambientais como suplemento ao Produto Interno Bruto (PIB), anunciou o secretário de meio ambiente da Comissão Européia, Stavros Dimas.

“Para mudar o mundo precisamos mudar a maneira como entendemos o mundo”, falou Dimas adicionando que o PIB é nada mais do que um indicador da atividade econômica e não visa mensurar o bem estar.

O índice utilizará como indicadores o nível de poluição e de impactos ambientais dentro do bloco europeu, incluindo questões como biodiversidade, mudanças climáticas, uso de água e geração de resíduos.

As críticas ao PIB como ferramenta para a construção de políticas e para a avaliação dos países crescem há décadas, já que este índice não leva em consideração o capital natural das nações e o passivo ambiental das atividades.

A União Européia também se comprometeu a melhorar o tempo de divulgação dos dados ambientais, que atualmente levam dois a três anos para serem atualizados. Dimas usou como exemplo o PIB, que dentro de poucas semanas é divulgado.

O índice ambiental será “tão simples, confiável e amplamente aceito quando o PIB”, comentou. “Seria um catalisador para mudar a maneira como vivemos”.

Outros padrões, criados por diversas instituições, já podem ser utilizados para se ter uma visão mais ampla do que a oferecida pelo PIB. Por exemplo, as Nações Unidas lançaram o Índice de Desenvolvimento Humano, que une dados do PIB, saúde e educação.

A organização londrina New Economic Foundation criou o Índice do Planeta Feliz (HPI – Happy Planet Index), que leva em consideração três indicadores particulares, a pegada ecológica, satisfação de vida e expectativa de vida. A última edição do índice foi encabeçada pela Costa Rica, que se obteve um dos maiores níveis de satisfação de vida, expectativa de vida longa de 78,5 anos e 99% da sua necessidade energética suprida com fontes renováveis.

Fonte: Agências Internacionais
(Envolverde/CarbonoBrasil)

14/09/2009 – 12h09
Europa planeja inclusão de indicador ambiental no PIB

Por Redação do Carbono Brasil


A União Européia utilizará a partir de 2010 indicadores ambientais como suplemento ao Produto Interno Bruto (PIB), anunciou o secretário de meio ambiente da Comissão Européia, Stavros Dimas.

“Para mudar o mundo precisamos mudar a maneira como entendemos o mundo”, falou Dimas adicionando que o PIB é nada mais do que um indicador da atividade econômica e não visa mensurar o bem estar.

O índice utilizará como indicadores o nível de poluição e de impactos ambientais dentro do bloco europeu, incluindo questões como biodiversidade, mudanças climáticas, uso de água e geração de resíduos.

As críticas ao PIB como ferramenta para a construção de políticas e para a avaliação dos países crescem há décadas, já que este índice não leva em consideração o capital natural das nações e o passivo ambiental das atividades.

A União Européia também se comprometeu a melhorar o tempo de divulgação dos dados ambientais, que atualmente levam dois a três anos para serem atualizados. Dimas usou como exemplo o PIB, que dentro de poucas semanas é divulgado.

O índice ambiental será “tão simples, confiável e amplamente aceito quando o PIB”, comentou. “Seria um catalisador para mudar a maneira como vivemos”.

Outros padrões, criados por diversas instituições, já podem ser utilizados para se ter uma visão mais ampla do que a oferecida pelo PIB. Por exemplo, as Nações Unidas lançaram o Índice de Desenvolvimento Humano, que une dados do PIB, saúde e educação.

A organização londrina New Economic Foundation criou o Índice do Planeta Feliz (HPI – Happy Planet Index), que leva em consideração três indicadores particulares, a pegada ecológica, satisfação de vida e expectativa de vida. A última edição do índice foi encabeçada pela Costa Rica, que se obteve um dos maiores níveis de satisfação de vida, expectativa de vida longa de 78,5 anos e 99% da sua necessidade energética suprida com fontes renováveis.

Fonte: Agências Internacionais
(Envolverde/CarbonoBrasil)

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