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Qual o seu sonho brasileiro?

Os jovens brasileiros e a vontade de mudar o mundo colocada em prática.

Gosto demais da frase: “Existe um momento na história de uma nação em que ela está tão acordada, que começa a sonhar”. Faz todo o sentido para o momento que o Brasil vive.

Entre lá e conte seu sonho: http://www.osonhobrasileiro.com.br

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Sonhar grande custa o mesmo que sonhar pequeno

Para quem quiser investir 11 minutos nesse final/início de ano, recomendo a animação sobre o sonho de Soichiro Honda, enviado por um ex-colega de trabalho.

O filme, um curta metragem de animação que é uma verdadeira obra de arte (música, traço, ritmo, narrativa), mostra quando Soichiro Honda teve a idéia de incorporar um motor a sua bicicleta. E assim nasceu a Honda. De um sonho que ele teve. É altamente inspirador e na hora me fez lembrar uma das frases marcantes que ouvi (em 2004): “Sonhar grande custa o mesmo que sonhar pequeno”

Vale a pena assistir: www.micheledauria.com

Feliz ano novo para os fiéis leitores desse blog. Além dos suspeitos de sempre, a família, há outros leitores que prestigiam. São poucos, mas existem! Que os sonhos de 2009 sejam enormes!

Para a minha esposa amada: 2009 será um ano de gentilezas! Te amo!

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Tão perto e tão longe

Cheguei em uma praia sensacional da Indonésia. Alguns amigos já estavam lá. A praia é grande e há ondas em toda a extensão, com lajes de coral esparsas. Tem mais ou menos do tamanho de Itamambuca ou da praia do Rosa. À esquerda de quem olha para o mar, a cerca de 1 quilômetro, há um morro. Estou no canto direito. O mar está um pouco ventoso. Há algumas pessoas surfando, mas as ondas não estão nada demais. Ao lado, separada por um morro, outra praia belíssima. Do alto, se pode conferir o mar, a partir de uma visão privilegiada.

Pego minha prancha verde com um detalhe em branco, especial para surfar ondas rápidas e tubulares, e vou conferir. Quem sabe essa outra praia não apresenta melhores condições? Subo o morro. A subida não é tão longa, curiosamente inversamente proporcional ao visual lá de cima. Milhares de metros abaixo, vejo um rio correndo. Já não consigo distinguir direito a praia ao lado. Embora ela esteja desenhada perfeitamente na minha cabeça, não a vejo. A paisagem é idêntica a de um fiorde. Muito verde entrecortado por pedras. É muito alto.

Para enxergar o mar, preciso passar por um caminho estreito, carregando a prancha por uma das bordas, segurando com a mão por cima, em formato de pinça. Como ela é grande, fica difícil carregá-la dessa maneira. Vem uma rajada de vento e a derruba. A prancha cai, bate numa pedra e fica presa por um triz. Estendo a mão e tento alcancá-la. O vento sopra mais forte e a prancha não resiste. Rola fiorde abaixo e vai ficando menor, menor, cada vez menor. E desaparece.

Nesse momento, penso que isso podia ser um sonho, pois aí eu não teria perdido minha prancha. Então, olho para frente e vejo que o caminho para checar a outra praia é muito estreito. E com o vento forte, já não consigo me equilibrar. Agachado para aumentar o equilíbrio, olho para baixo e vejo quão alto e belo é esse lugar. Por fim, ouço um choro de criança e acordo. É o Vicente chamando, às 7h da manhã de domingo. E aí me dou conta que tive mais um sonho recorrente. Tão perto e tão longe do surfe.

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